“O sucesso consiste em ir de derrota em derrota sem perder o entusiasmo.” (Winston Churchill
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Como prometi, aqui vai outra foto da solução de organização de cabos que implementei em minha mesa de trabalho. Básicamente, o cabo entra por um lado da caixa e sai pelo, ficando enrolado boa parte dentro desta. Fica muito funcional e pode ser esticado ou encolhido sem precisar romper amarras plásticas ou coisas do gênero.
A barra de alumínio, onde ficam montadas as caixas, além de permitir desliza-las por todo o comprimento da bancada, ainda fornece apoio para as fontes de notebook que ficam penduradas, se observarem bem. O número destas fontes, vai diminuir em breve, pois estou redesenhando uma fonte universal de notebook, para substituir simultâneamente, três destas.
Em um remoto sistema solar, existia um planeta, bem diferente de Pandora. Muitas coisas saíram errado durante o seu processo civilizatório mas, acidentalmente, um revolucionário meio de comunicação em massa, interligando todos os sistemas de comunicação de dados surgiu. Livre de interferência governamental (porque no início não acreditavam nele), este meio começou a cobrar seu preço, divulgando informações “classificadas” e limitando o controle do governo e o poder das grandes Empresas, sobre as pessoas.
Nesse planeta, existia uma nação mais poderosa que todas as outras e, nessa nação, por sua vez, existia uma Empresa também mais poderosa que todas as demais. Não tardou para que a serpente se infiltrasse no paraíso e, uma relação incestuosa entre Poder e Economia se estabelecesse entre ambos. A Empresa, ambicionava sobretudo, ganhar muito dinheiro “maximizando os lucros de seus acionistas”. Ao governo, interessava na mesma medida, encher os seus grandes bancos de dados com informação de todo e qualquer tipo que pudesse ser obtida por tal Empresa.
Para conseguir se manter no topo, sobrepujando a todos os seus concorrentes, essa Empresa foi bem além das demais, repassando aos orgãos de segurança, antecipada e expontâneamente todas as informações cadastrais de seus Clientes, não interessando quem fosse o usuário e nem o tipo de serviço contratado nem se era grátis ou pago: Jogos, chat, email, cartões de crédito, criança ou adulto, tudo era repassado aos ditos “orgãos de segurança”, para armazenamento estratégico e por prazo de tempo ilimitado.
É claro, vazaram indicios e documentos apontando as práticas questionáveis de tal Empresa, atentando contra o sigilo e a liberdade individual de seus desavisados clientes mas estes, indiferentes ao que se passava, não perceberam que tendo todas as suas ações, dados, preferências e todo o tipo de informação sendo antecipadamente sabidas, permitiriam a essa mesma Empresa e a esse mesmo Governo se antecipar decisivamente, bloqueando qualquer ideia ou ação que não lhes parecesse conveniente, negando a liberdade individual e o direito ao sigilo.
E assim, no final, a Corporação se manteve no poder, o Governo permaneceu no poder e as pessoas foram final e completamente submetidas permitindo a ambos, Empresa e Governo para sempre fazerem as duas coisas que mais gostavam: Ganhar dinheiro sem nada de útil dar em troca e dominar todas as pessoas de todas as nações. Tudo em nome da “Livre Iniciativa” e da “Democracia”, palavras estas que, curiosamente, tinham nesse planeta, um significado completamente diferente daquilo que ambos praticavam.
Aqueles que se sentirem deprimidos ao lerem este conto (ficcional), me desculpem, mas nem todas as histórias de ficção são apenas ficção e, muito menos, têm um final feliz.
Minhas fontes de inspiração para escrever este Post:
Wikileaks
Computerworld
Uma das coisas que me chateiam é a falta de acessórios decentes para os NetBooks. Em razão de suas dimensões, é dificil se achar uma bolsa para o seu transporte ou mesmo uma base de alumínio, só pra começar. Os fabricantes, até agora, ignoram solenemente o mercado que este segmento de equipamentos portáteis está abrindo.
Já faz tempo que utilizo o EEEPC (agora, ele está meio que de “escanteio”, relegado a função de “downloader”). Em função da inexistência no mercado e, como ele fica ligado 24h, 7×7, resolvi bolar uma base de alumínio para ajudar na refrigeração dele:
E o troço funciona mesmo! Mesmo ainda sem um “fan”, é nítida a diferença. A principal vantagem dessas bases para notes (a meu ver) , é que, como o controle de rotação do fan dos notes é gerenciado, uma temperatura ambiente menor, vai fazer o fan girar mais lento e, portanto, durar mais!
Apartamento pequeno é Soda, falta espaço pra tudo! O jeito é otimizar e improvisar. Como esse suporte que bolei para organizar os cabos e as fontes dos meus equipamentos. O Suporte foi feito com uma barra de alumínio pintada e as caixinhas (compradas em uma loja de eletrônica), possuem dois furos um para cada ponta do cabo que acomodam dentro. Ao longo do ano, irei postando mais detalhes desta minha solução que, por sinal, ficou ótima.
Recentemente, adquiri um sub-notebook da Asus, modelo eeepc 4G.
Ótima máquina, leve, completa e, o melhor de tudo, vem com Linux instalado ( a M$ que se cuide, se a moda pegar).
Enfim, dificil exigir mais em tão pouco espaço. Como sou detalhista, procurei demoradamente, mas não achei reparo algum a fazer ao hardware e nem, muito menos ao software. Mesmo sendo Linux, tudo, absolutamente tudo funciona com perfeição. O pessoal da Asus, realmente está de parabéns pelo ótimo trabalho.
A única ressalva que encontrei foi no manual: Para quem se interessar em rir um pouco, leia a página 1-5 (capítulo1 , página 5), primeiro parágrafo onde abordam o SSD ( “Solid State Disc”). Segue o trecho em questão:
“The solid-state disk drive’s head retracts when the power is turned of…”
HAHAHAHAHAHA! Fala sério, cabeças de leitura e gravação em memória eletrônica ? Copiaram e colaram direto de outro manual…




